Porta do Mundo

Peão Carreiro e Zé Paulo

O som da viola bateu
No meu peito doeu, meu irmão
Assim eu me fiz cantador
Sem nenhum professor aprendi a lição
São coisas divinas do mundo
Que vem num segundo a sorte mudar
Trazendo pra dentro da gente
As coisas que a mente vai longe buscar

Em versos se fala e canta
O mal se espanta e a gente é feliz
No mundo das rimas e trovas
Eu sempre dei prova das coisas que fiz
Por muitos lugares passei
Mas nunca pisei em falso no chão
Cantando interpreto a poesia
Levando alegria aonde há solidão

O destino é o meu calendário
O meu dicionário é a inspiração
A porta do mundo é aberta
Minha alma desperta
Buscando a canção
Com minha viola no peito
Meus versos são feitos pro mundo cantar
É a luta de um velho talento
Menino por dentro sem nunca cansar
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