Da Janela

Moxuara

Trem no trilho, milho ao sol,
mato ralo deixa nu o chão.
Pé na lida, enxada à mão,
pó, poeira, vento.

Galho seco, um sono, um sonho,
uma estradinha sem destino.
Ponto verde, boi, vaqueiro,
trem no trilho... no rosto o sol.

Voz, viola, o canto,
a saudade amarga a hora.
Violeiro na janela, preso o canto.
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