Desatino

Turquin Violeiro e Fabiano

Em um quarto de hotel, loucamente apaixonado
Eu estou desesperado, feito uma estrela
Sem o céu
Já é quase madrugada e meu sono nunca vem
Será que me convém, sair
Assim cortando estrada.
Conversando com a solidão
Pra encontrar um certo alguém
Será que me convém
Ou tudo acaba dando em nada.
Se ontem eu por lá passei
Saudade me apertou, mas não parei
Minhas mãos tocaram firmes no volante
E o carro acelerei.
Eu quis fugir do destino
Fugir da realidade
E sufocando a saudade
Aquela cidade fui deixando prá traz
É que esse meu desatino
É uma mulher envolvente
Amor diferente, olhar de serpente
É doce veneno, que me satisfaz.
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