Surpresas do Amor

Plinio Oliveira

Nunca diga adeus, ó companheira
Que eu percorro a terra inteira
Mas retorno às tuas mãos
Quem sentiu o gosto do teu colo
Não esquece, eu desconsolo
Sem a tua proteção

Porque Deus traceja mil caminhos
Onde pensam estar sozinhos
Os rebentos desse chão
Sempre há uma curva, um atalho
Que escapa à luz dos olhos
Nas ruas do coração

Vai, saudade
Traz de volta o meu amor
Vem, felicidade
E leva embora a minha dor

O verdadeiro amor é como o vinho
Move o tempo seu moinho
E apura o seu sabor
E eu que tinha a alma distraída
Aprendi a ver na vida
O infinito além da cor

Pode se instalar em minha casa
Que eu me acolho em tuas asas
Como um frágil beija-flor
E que o mundo ao ver-me do teu lado
Admire com cuidado
As surpresas do amor
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