Faz tempo Que me atrapalho No fim do mês Dinheiro Sobra pra nada Nesta escassez Vendi Umas ferramenta Por precisão Fizeram Muita promessa Trabalho, não
Beirando Quase setenta Final de festa De tudo Tudo me falta Pouco me resta Os filho Nem sempre ajudam Também não peço Mas isto Não justifica Tamanho preço
Lhe falo Sinceramente Toda a verdade O tempo Ensina a gente Barbaridade! E o que ficou Para trás Foge da memória Daqueles Que escrevem e contam Toda a história
Perdi Minha companheira Lhe sinto a falta Solito Em volta das casa Saudade mata E quando A tarde se vai Junto também vou Com ela Sou um viajante Do que não sou
Bueno Fico por aqui Me enterte a vidraça Um mate Vou mirando a rua A ver quem passa Cansado De não viver Chego a conclusão Que a vida Ficou no bolso De algum patrão