Rei da Festança

João Luiz Corrêa

Meu picaço pata branca, tá encilhado a preceito
Bate cola trova "oreia", segue um trote direito
Montando me sinto dono, da minha própria história
Que mesmo sendo simplória, me faz feliz satisfeito

Refrão

É por isso que cantando eu não me canso de falar
Que enquanto existir surungo e cavalo bom pra montar
Vou levando minha vida, buscando cambicho e dança
Eu sou o rei da festança onde tem gaita á chorar

De longe ouço floreios da gaita velha chorona
Que reúne as querendonas, pra o bailado no rincão
Vou chegando bem faceiro, apeio, solto o picaço
Ganho ternura no abraço da prenda do coração

Refrão

Danço todas no fandango, sem parar nenhuma marca
Como quem separa rês, contando através da tarca
Ao terminar o surungo digo adeus olhar trigueiro
Te levo no pensamento, por este rincão inteiro

Refrão
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