Vou fazer a mala, vou pegar a estrada, Pra não dizer adeus Vou andar sem rumo, vou buscar no escuro O brilho se que perdeu Vou entrar na vida, vou cruzar esquinas Buscando rastro seu Esperando a alvorada, beira de calçada Qualquer resquício teu
Vou viver o desenredo, procurando sem medo Adormecer nos lábios teus Vou morar em mim, vou colher jasmins Pra plantar nos sonhos meus
Vou voltar a ser menino, vou buscar o meu destino Ajustar no corpo teu Vou fazer um ninho, pra abrigar nossos destinos E voarmos pro’ céu.