Nas quebradas da cidade Nas ruas nenhuma alma viva Nem nos becos, nem nas estações Arraiais de detalhada paisagem Que vistos na água da chuva Brilham nos vidros dos carros Onde já não se contenta em só ter ilusões Fora de casa ou procurando Qualquer coisa por aí.
Estranhas ruas fora dos mapas A carência somando com o nada Aos olhos de quem pode ver E as mudanças que surgiam Da cultura dessa gente Inexplicavelmente eram Como se fosse um furacão.
Mas nada é por acaso Nem um milagre acontece Nem tudo que reluz é ouro Nem se pode crer em tudo que aparece.