Alma

Dispô e Magalhães

Deixe a boca calar
Deixe o sorriso ganhar
Deixe a feição expressar
Deixe a criança abraçar
Deixe o contato tomar
Deixe o silêncio soar
Deixe o carinho encontrar
Tua metade nas profundezas dos olhos
Que nadam nas salinas da alma que ama e sente.
Se esconde no profundo, no oculto do ser que procura felicidade
No existir

Do que adianta ganhar
Todo este mundo a fora
E se desumanizar?
Perder a dádiva?
A alma quer viver
Quer se compadecer
Não quer se endurecer
Quer se envolver com o semelhante dos olhos
Que vivem nas salinas da alma que ama e sente
E brota na alegria de sua risada bem dada, sem medo
E sem constrangimento

É o lugar onde transborda vida em mim
Eu me descubro e encontro amor
Sem perder a alma
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